Hoje bati coa web da TVG e o seu Zigzag diario, uma massa de pílulas do cultivo cultural do país na que entrevistam ao quadrinista Tokio. Entrevista de molde informativo, nem evitaram a feitiçaria da novela gráfica...
O cartunista e quadrinista Floreal Andrade disponibilizou em seu blog pessoal páginas de histórias em quadrinhos e tiras da série Subúrbioque ele crio para narrar instantes das suas travessias em metro, ou as viagens a pé atravessando zonas boreais de São Paulo, publicada pela primeira vez na revista em quadrinhos Mofo. Título bem galego? Mas também a segunda encarnação da série em formato HQ numa só página, criadas para o jornal GraphiQ de Mario Latino. Diario em quadrinhos onde Floreal relata as suas memórias como criança, os gibis que ele leia e, logo depois, desenhou. Mostrando diverssos acontecimentos e artistas marcantes da História das HQs no Brasil: florealandrade.blogspot.com []-->Will Eisner eMofo []--> Capas ou Uma semana na década de 60 []--> Trocar gibis []--> Homem foguete []--> 100 Anos de Krazy Kat
A primeira sugestão é essa, ir ler imediatamente a entrevista com Manel Cráneo no Portal Galego da língua. Uma reportagem de Antia Rodriguez publicada no jornal mensal em galego-portugués Novas da Galiza, não gira em torno só do éxito de vendas de Os lobos de Moeche senão também da sangue editorial. A Asociación Galega de profesionais da ilustración, o humor galego, os seus novos projetos e as vendas do primeiro título da Demo Editorial, Os lobos de Moeche:
"Os Lobos vam caminho dos3.000 exemplares vendidos. Geralmente as ediçons de BD em galego rondam entre os 700 e os 1000 exemplares. Neste caso como havia financiaçom fíjo-se umha tiragem grande por excesso de fé no projecto. Tivemos sorte. Nom pensei que fosse ter tanta acolhida e graças a este êxito pudem pensar em dar umha continuidade ao projecto editorial."
A minha segunda sugestão: mercar um dos três títulos da Demo Editorial ou ir as Bibliotecas Municipais da Corunha, se repararem estão todos no catálogo bibliotecário.
Comcordam que quem lê tebeos estão alí do lado dos parvos? Busque O fillo da furia. Olhe no espelho deDani MonteroSem mirar atrás. Encontre Os lobos de Moeche.
O homem de Betanzos Xosé Tomás desenhou a BD (para a Comisión pola Recuperación da Memoria Histórica da Coruña) Compañeiros. Homenaxe ás vítimas do Portiño, onde relata o dramático episódio da tentativa de escapátoria por mar, para Asturias ou França, de uma centena de jovens corunheses republicanos escondidos até 1937 da repressão franquista na cidade.
O televisor da TVG em internet está a dar merda dos seus gloriosos gladiadores mas também pílulas interesantes sobre a insólita presença da Historieta no ente detritovisual. Um episodio do programa A tumba aberta na web dos 25 anos da TVG, onde Toñito Blanco(Fondo Toñito Blanco de revistas de historietas, Bibliotecas Municipais da Corunha) fala do Batman: [link]--> minutos de sabedoria 28:46-32:44, Miguel Anxo Prado desenhou os fondos para a 'novela' O tesouro de John Queimada Silver.
Estou à procura de O Consultorio do Doutor TNT, o roteirista Carlos Portela, namentres o capitalismo mundial e os gladiadores de TVG Corporation o impedem divirto-me com a gala de Nadal 1997 de Xabarín e Os Blood Filloas.
No seu primeiro ano de vida o blog das Bibliotecas Municipais da Coruña arrecadava um bom depósito de informações sobre o funcionamiento das bibliotecas, os álbums mais lidos pelos usuarios e uma listagem mensal das novidades de BD nos seus distintos locais da cidade. Hoje virou armazem para sedimentos e notícias cinematográficas, não obstante presenteiam os leitores com BDs gratuitas.
A génese da autobiografia do sanduíche do desenhista Alberto Vázquez no programa de V Televisión Ata a cociña. Um documento estarrecedor filmado por esquíos famintos.
Normalizaçom lingüística, será questom de dinheiro?
Os subsídios à normalizaçom usados para estancar o status do galego. Em poucos casos, as Equipas experimentam outra via, a da troca cultural com os países lusófonos, para divulgar a ideia de que o galego nom é minoritário, mas a continuidade no tempo destas actividades é efémera. Precisamente esta, umha das poucas linhas de intervençom encaminhada a alterar o status do galego, é a que mais custa digerir à Administraçom, e alguns projectos esclarecem que a única normativa que vam promover vai ser a “vigente”. Nom vaia ser que nom haja subvençom. LINK--> www.plingua.org